Foto: Académico de ViseuAfinal, que cores vão pintar os estádios da Liga Portugal em 2026/27?
Fica a conhecer as cores dos equipamentos dos clubes da Primeira Liga, que arranca esta sexta-feira
As cores que vão vestir a Liga Portugal em 2026/2027
Antes das contratações, da luta pelo título, da revalidação do campeão, da despromoção e do playoff de manutenção, há algo muito mais importante… Afinal, que cores vão pintar os estádios da Liga Portugal em 2026/27?
O campeão em título escolheu três cores em parceria com a New Balance. O tradicional azul e branco mantém-se como equipamento principal, com os números a vermelho, numa clara homenagem à histórica final da Taça dos Campeões Europeus de 1987. Como alternativa surge um vermelho tinto, inspirado no Vinho do Porto, enquanto o terceiro equipamento veste um elegante azul-claro.
O Sporting, vice-campeão nacional, quis marcar o início de uma nova era. Rui Borges continua no comando, mas a identidade mudou. Novo símbolo e, em parceria com a Nike, três novos temas. As tradicionais listas horizontais dão lugar às verticais em verde e branco. O alternativo veste-se totalmente de dourado e o terceiro, criado para celebrar os 120 anos do clube, aposta no branco com detalhes dourados.
A fechar o pódio, o Benfica mantém o vermelho como cor dominante da camisola principal, com a gola branca em destaque. A grande estrela está no equipamento secundário, onde o branco predomina e o vermelho surge apenas em alguns detalhes, recuperando ainda o histórico símbolo “Trefoil” da adidas. Já o terceiro mistura preto, laranja e vermelho, criando um efeito que faz lembrar uma galáxia.
Em Braga, os arsenalistas entram com três equipamentos distintos em parceria com a Puma. O principal mantém-se fiel à tradição, com as clássicas listas vermelhas e brancas. O alternativo aposta num tom azul-ciano, enquanto o terceiro veste um elegante bordô com detalhes dourados, digno de ser usado pelo Imperador Júlio César.
O rival minhoto quebrou uma tradição de vários anos com a Macron e estreia-se com a Hummel. No equipamento principal, o branco domina a camisola e o preto pinta os detalhes. No alternativo, os papéis invertem-se. Já o terceiro recupera o amarelo, numa homenagem às origens dos Conquistadores.
Na nova era de Carlos Carvalhal, o Famalicão apresenta uma camisola principal branca com detalhes azuis, um alternativo totalmente azul e um terceiro dourado. O símbolo ao centro foi construído a partir de várias fábricas da região de Famalicão, uma homenagem à forte indústria têxtil do concelho.
Em Barcelos, os galos mudam de visual. O azul passa a assumir o protagonismo na camisola principal do Gil Vicente. Como autêntica viagem à “Barca do Inferno”, o equipamento secundário veste-se de branco com finas riscas vermelhas. Já o terceiro arrisca numa combinação irreverente entre preto e cor-de-rosa, mostrando que também há espaço para inovação na cidade dos galos.
Em Moreira de Cónegos, para já apenas é conhecido o equipamento principal. O tradicional xadrez verde e branco continua a ser a imagem de marca do Moreirense.
Em Arouca não há espaço para revoluções. O amarelo-canário continua a dominar a camisola principal. O alternativo veste-se de preto com detalhes azuis e o terceiro recupera o branco com a tradicional cruz vermelha. Os lobos mantêm-se fiéis à sua identidade.
Quem também ganhou uma nova vida foi o Estoril Praia. A Reebok chegou à Linha e o resultado só podia ser um: sucesso. Amarelo e azul-claro no principal, preto no alternativo e um terceiro equipamento azul com detalhes dourados. Três camisolas únicas para os canarinhos.
O Estrela da Amadora junta-se à adidas e apresenta um impressionante equipamento principal tricolor, sempre associado às cores do Fluminense. O alternativo veste-se de branco, com discretos detalhes em vermelho e verde.
Na Madeira, o Marítimo celebra o regresso à Liga Portugal com o regresso de uma parceria histórica. Mais de 30 anos depois, a Hummel volta a equipar os verde-rubros. Foi precisamente com a marca dinamarquesa que o Marítimo disputou pela primeira vez a Taça UEFA, em 1993. O verde e o vermelho continuam bem presentes.
O Alverca deixou o suspense até ao arranque do campeonato, mas a espera terminou. Em parceria com a Nike, apresentou três equipamentos fiéis à tradição do clube. O equipamento principal mantém vivas as suas cores históricas, com maior presença do azul e o icónico detalhe vermelho, fazendo jus à identidade de um clube que continua a escrever história lado a lado com a sua cidade. O alternativo veste-se de branco, marcado pela faixa vermelha onde assenta o símbolo, enquanto o terceiro aposta num visual totalmente preto, simples, mas bastante elegante.
Em Vila do Conde, o Rio Ave mantém o tradicional verde e branco listado como principal. O alternativo veste-se de azul e o terceiro recupera o vermelho e o amarelo, cores da cidade. Tal como diz o hino, continua a ser “muito nosso e sem igual”.
Nos Açores, o Santa Clara estreia a parceria com a Puma. O vermelho continua a marcar a identidade do clube, enquanto o equipamento alternativo aposta num azul inspirado no mar que rodeia o arquipélago.
De regresso à Madeira, o Nacional apresenta, em parceria com a Kappa, um equipamento em preto e branco.
Trinta e sete anos depois, o Académico de Viseu regressa ao principal escalão do futebol português. O preto continua a ser a imagem de marca da camisola principal, o branco veste o alternativo e, mais uma vez, o terceiro equipamento aposta na cor de vinho, mantendo a homenagem ao Vinho do Dão e à região de Viseu.
Depois de garantir a manutenção na Primeira Liga, o Casa Pia já apresentou os seus equipamentos. O principal veste-se de preto com detalhes em branco e vermelho, enquanto o alternativo aposta no branco com apontamentos pretos e vermelhos.
Ainda não sabemos quem será campeão, quem vai conquistar um lugar nas competições europeias, quem vai erguer a Taça de Portugal ou a Taça da Liga, nem quem terá de lutar pela permanência. Mas uma coisa é certa: as camisolas já estão prontas… agora falta escrever a história dentro das quatro linhas.
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